Febre chikungunya

por adm — publicado 08/12/2014 18h07, última modificação 08/12/2014 18h07
Especialistas reforçam ações para combater a febre chikungunya. Medidas são as mesmas contra a dengue, como evitar o acúmulo de água parada em vasilhames e demais objetos.

Mais de mil e trezentos casos da febre chikungunya foram registrados no Brasil em 2014. Quase todas essas pessoas contraíram a doença no Brasil, pois viajaram para países onde a doença está sendo transmitida. Em Oiapoque, no Amapá, foram 531 casos registrados.

A coordenadora de Vigilância Epidemiológica do município, Geane Borges, diz o que está sendo feito no município para impedir que mais pessoas peguem a febre chikungunya. "Primeiro nós trabalhamos a educação. Nós convocamos todos os agentes comunitários de saúde para comunicar a população de que nós estávamos sendo vítimas de um surto epidêmico da febre chikungunya, que foi detectado que era através do lixo. Aí começamos as medidas, com limpeza da cidade, orientação para a população, implantação de mosqueteiros impregnados e começamos a intensificação do trabalho de notificação."

O Ministério da Saúde recomenda o reforço de ações para eliminar focos de criação dos mosquitos transmissores da febre chikungunya em cada região do País, já que um deles é o mesmo que transmite a dengue.

O ministro da saúde, Arthur Chioro, ressalta que as medidas de prevenção devem ser responsabilidade de todos. “Nos lugares onde as pessoas forem fazer armazenamento de água é importantíssimo que sejam tomadas as medidas de proteção: a cobertura com tela, tampar o vasilhame que acondiciona a água, e assim por diante”.

O técnico em agroindústria José Alexandre Ferreira, 64 anos, mora em Oiapoque, Amapá. Ele soube da existência da febre chikungunya há pouco tempo, mas garante que está atento às medidas de prevenção. “De início eu mandei limpar todo o quintal, tirar todo o lixo, madeira, entulho que tivesse nele, mandei limpar tudo. E dentro de casa, água em vasilha eu deixo seco, agente usa o repelente e usa o inseticida”.

Fonte: Portal Brasil - http://www.brasil.gov.br

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