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Perfuração de poços artesianos continua beneficiando municípios tocantinenses

por crt publicado 19/10/2017 18h39, última modificação 19/10/2017 18h39
De acordo com o presidente da ATS, Eder Fernandes, o cronograma de perfuração iniciou pelos municípios onde a captação superficial, como em rios e represas, não conseguia atender a demanda populacional.

Para solucionar o déficit no abastecimento de água nos municípios, o Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), tem investido na perfuração de Poços Tubulares Profundos (PTPs). Só em 2017, foram perfurados 19 poços em nove municípios. Em média, o investimento em cada poço é de cerca de R$ 120 mil, o que representa mais de R$ 2 milhões investidos até este mês.

De janeiro a outubro deste ano, foram beneficiados os municípios de Conceição do Tocantins, com quatro poços perfurados; Divinópolis, dois; Dois Irmãos, dois; Marianópolis, um; Couto Magalhães, dois; Itaporã, dois; Goianorte, dois; Presidente Kennedy, dois; e Rio da Conceição, dois.

Já em 2015 e 2016, os municípios beneficiados com a perfuração de PTPs são: Pium, Pugmil, Itapiratins, Chapada da Natividade, Presidente Kennedy, Conceição do Tocantins, São Valério, Santa Rosa e Silvanópolis. 

De acordo com o presidente da ATS, Eder Fernandes, o cronograma de perfuração iniciou pelos municípios onde a captação superficial, como em rios e represas, não conseguia atender a demanda populacional.

“Alguns municípios sofrem há anos com a baixa produção de água, como é o caso de Divinópolis. Outros municípios como Santa Rosa, São Valério, Fátima e Jaú do Tocantins serão atendidos com a perfuração de mais PTPs, por isso, os trabalhos são realizados ininterruptamente para atender a todas estas demandas”, garantiu Eder Fernandes.

Tânia Helena, geóloga da ATS, explica que a solução adotada é a perfuração, mas que em muitos casos, a baixa vazão impede que a quantidade de água seja suficiente para suprir a demanda, sobretudo no período de estiagem.

Em outros casos, a alta concentração de elementos químicos impede o fornecimento de água, por não atender aos padrões de qualidade preconizados pelo Ministério da Saúde.

“Nem sempre, nos pontos locados, é possível encontrar água, como foi o caso de Goianorte e Divinópolis. Por isso, os tipos de formações geológicas nas quais a água subterrânea pode ser encontrada, constituem o objeto de pesquisas detalhado para a utilização eficaz dos recursos hídricos subterrâneos”, explicou a geóloga.

 

FONTE: PORTAL DO TOCANTINS

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