Fabricantes de fitoterápicos devem informar ausência de agrotóxicos até janeiro

por crt publicado 04/10/2017 16h51, última modificação 04/10/2017 16h51
Objetivo é controlar a presença de resíduos de agrotóxicos em medicamentos feitos a partir de plantas medicinais
Fabricantes de fitoterápicos devem informar ausência de agrotóxicos até janeiro

Organização Mundial da Saúde recomenda que análises sejam incluídas no processo de registro dos fitoterápicos

Fabricantes de remédios fitoterápicos têm até 1º de janeiro de 2018 para apresentar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) laudos que comprovem que seus produtos não contêm as substâncias ocratoxinas, fumonisinas e tricotecenos.

O objetivo é controlar a presença de resíduos de agrotóxicos em medicamentos feitos a partir de plantas medicinais, já que isto pode representar risco à saúde das pessoas.

A presença desses produtos em plantas medicinais e fitoterápicos é uma preocupação das agências reguladoras de medicamentos. A própria Organização Mundial da Saúde recomenda que estas análises sejam incluídas no processo de registro dos fitoterápicos.

A Anvisa elaborou um documento de Perguntas & Respostas sobre a Análise de resíduos de agrotóxicos em fitoterápicos para auxiliar as empresas e esclarecer dúvidas sobre o tema.

O prazo foi definido pela resolução RDC 93/2016 e já é uma prorrogação do prazo inicial previsto para adequação, que inicialmente era de dois anos.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Anvisa